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Aula com Vídeo

Page history last edited by Mara Tavares 15 years, 3 months ago


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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

LICENCIATURA EM PEDAGOGIA À DISTÂNCIA

EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS DA COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO -TIC’s

- EIXO IV -

 

 

 

 

Professora: Patrícia Alejandra Behar

Pólo de Gravataí

Mara Rosane Noble Tavares

Data: 01/06/08

Temática 4 - Vídeos na Educação

 

 

 DE ONDE EU VIM – “A Árvore de que Desci”

(título atribuído aos alunos no desenvolvimento do trabalho)

E. E. E. F. NAÇÕES UNIDAS

3ª SÉRIE, TRUMA 32 – TARDE

PERÍODO DE DESENVOLVIMENTO: De 05 a 20/05/2008 (duas semanas e meia).

 

JUSTIFICATIVA

                    Ao apresentar para os alunos o videoclipe de Paulo Tatit “EU”, e solicitar deles que entrevistassem seus pais, tios, avós ou responsáveis em busca de suas origens não aguardava, como retorno, tanta riqueza de informações. Essa riqueza, influenciou-me a dar continuidade nessa linha de trabalho.

 

                    Partindo destas informações coletadas, juntamente com o referencial teórico extraído do Manual de Qualificação Profissional Para o Magistério – Integração Social – Livro 7, do Ministério da Educação e Fundação Centro Brasileiro da TV Educativa, páginas 07 a 45 (Rio de Janeiro – 1987), que este planejamento foi desenvolvido, a fim de dar suporte às ações espontâneas que se desdobraram a partir da sensibilização com o videoclipe e atender as solicitações da Interdisciplina de Estudos Sociais.

 

                    Ao ler o texto de  José Manuel Moran intitulado O vídeo na Sala de Aula, observei que essa atividade se encaixava perfeitamente ao solicitado pela Interdisciplina de Educação e Tecnologias da Comunicação e Informação, adequando-se a proposta de Vídeo como forma de sensibilização referida pelo autor.

 

 

OBJETIVOS

Ao final deste trabalho o aluno deverá ser capaz de:

·  Compreender a realidade social a partir de sua própria realidade;

·  Construir e diferenciar a  noção de grupo, comunidade e classe social;

·  Reconhecer a si mesmo como integrante de um grupo, de uma comunidade e de uma classe social;

·  Identificar os tipos de relações existentes nos grupos que pertence;

·  Construir relações de convivência adequadas dentro dos grupos que participa;

·  Identificar, reconhecer e respeitar as diferenças entre as pessoas e entre as culturas de diferentes grupos humanos;

·  Identificar e relacionar os elementos que compõe a organização do trabalho com os da organização social;

para que entenda, participe e transforme a sociedade em que vivemos.

 

DESENVOLVIMEN

Primeira Atividade – Sensibilização e Levantamento (05/05/08)

Apresentação do Videoclipe “EU”:

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Eu (letra)

 

Composição: Paulo Tatit

 

Perguntei pra minha mãe
- Mãe, onde é que você nasceu?
Ela então me respondeu
Que nasceu em Curitiba
Mas que sua mãe que é minha avó
Era filha de um gaúcho
Que gostava de churrasco
E andava de bombacha
E trabalhava num rancho
E um dia bem cedinho
Foi caçar atrás do morro
Quando ouviu alguém gritando
- Socorro, socorro!
Era uma voz de mulher
Então o meu bisavô
Um gaúcho destemido
Foi correndo galopando
Imaginando o inimigo
E chegando no ranchinho
Já entrou de supetão
Derrubando tudo em volta
Com o seu facão na mão
Para o alívio da donzela
Que apontava estupefata
Para um saco de batata
Onde havia uma barata
E ele então se apaixonou
E marcaram casamento

Com churrasco e chimarrão
E tiveram seus três filhos
Minha avó e seus irmãos
E eu fico imaginando
Fico mesmo intrigado

Se não fosse uma barata
Ninguém teria gritado
Meu bisavô nada ouviria
E seguiria na caçada
Eu não teria bisavô, bisavó, avô, avó, pai, mãe
Eu não teria nada

 

Nem sequer existiria

Perguntei para meu pai
- Pai, onde é que você nasceu?
Ele então me respondeu
Que nasceu lá em Recife
Mas seu pai que é meu avô
Era filho de um baiano
Que viajava no sertão

E vendia coisas como
Roupa, panela e sabão

E que um dia foi caçado

Pelo bando do Lampião
Que achava que ele era

Da polícia, um espião

E amarraram ele num pau

Pra matar depois do almoço

E se fez a confusão
E ele então desesperado

Gritava "- Socorro!"

E uma moça apareceu

Bem no último instante

E gritou para aquele bando
- Esse rapaz é comerciante!

E com muita habilidade

Ela desfez a confusão

E ele então deu-lhe um presente

Um vestido de algodão

E ela então se apaixonou

Se aquela moça esperta

Não tivesse ali passado

Ou se não se apaixonasse

Por aquele condenado

Eu não teria bisavô
Nem bisavó nem avô
Nem avó nem pai
Pra casar com minha mãe

Então eu não contaria

Esta estória familiar

Pois eu nem existiria

Pra poder cantar

Nem pra tocar violão

 

 

http://www.pead.faced.ufrgs.br/sites/publico/eixo4/estudos_sociais/eu.wmv

 

                    Após vermos e ouvirmos o videoclipe fez-se um debate para discutirmos o que já sabíamos sobre nossas famílias, lugares que viemos e diferenças culturais (os dados foram apontados no quadro), após a discussão, pedi que cada aluno fizesse o desenho de uma árvore e colocassem seu nome no tronco, o nome de seus irmãos nos primeiros galhos, dos pais em seguida, após os dos avós. Nesse momento, aproveitei para discutir com eles os diferentes grupos que pertenciam além da família.

 

                    Apareceram nos apontamentos o SASE da Vila Cruzeiro, o NÚCLEO da Cavalhada (CECOPAM), a Escola Dominical da Igreja, o núcleo de apoio Espírita e Centro Comunitário da Vila Cruzeiro, a Turma 32 e os colegas da Escola que não são da mesma turma; alguns fazem parte de Escolinhas de Futebol; do Grupo de Dança e da Banda da Escola. Ouve discussão sobre os interesse que os uniam a esses grupos. Esses dados foram registrados em uma tabela coletiva no quadro.

 

TABELA Nº 1 – GRUPOS QUE A TURMA 32 PERTENCEM

 

GRUPOS

 

SASE

 

CECOPAM

 

IGREJA/

 

CENTRO ESP.

 

CCVC

 

UNIDANÇA

 

BANDA

 

E. FUTEBOL

 

ALUNOS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                    Propus a confecção de um Painel em papel pardo (trabalho coletivo – eu escrevi os nomes e cada um acrescentou os seus dados) com o nome dos alunos, onde cada um escreveu o que sabia da origem de sua família, os grupos a que pertenciam e colaram a árvore da família.

 

                    Na aula seguinte (06/05), foi pedido aos alunos entrevistassem seus familiares ou responsáveis em busca de suas origens, para confirmação do que sabíamos. Discutimos o que deveríamos perguntar e apontamos no quadro. As principais perguntas destacadas foram:

 

 

Pai:

- Onde nasceu? (se em outro lugar) Quando veio para cá?

- Porque escolheu morar aqui?

- Onde nasceu meu avô? (se em outro lugar) Quando veio para cá?

- De qual povo descende?- Onde nasceu minha avó? (se em outro lugar) Quando veio para cá?

- De qual povo descende?

 

Mãe:

- Onde nasceu? (se em outro lugar) Quando veio para cá?

- Porque escolheu morar aqui?

- Onde nasceu meu avô? (se em outro lugar) Quando veio para cá?

- De qual povo descende?

- Onde nasceu minha avó? (se em outro lugar) Quando veio para cá?

- De qual povo descende?

 

Segunda Atividade – Entrevistas, Apontamentos e Pesquisa  (12/05/08)

                    Os resultados foram trazidos depois do fim de semana, pois muitos alunos possuem pais separados que moram em outras localidades.

 

                    No levantamento trazido apareceram  sete grupos étnicos: Indígenas, Portugueses, Africanos, Italianos, Espanhóis, Alemães e Árabes.

 

2ª TABELA – GRUPOS ÉTNICOS

 

GRUPOS

 

AFRICANOS

 

ALEMÃES

 

ÁRABES

 

ESPANHÓIS

 

ÍNDIOS

 

ITALIANOS

 

PORTUGUE

 

SES

 

ALUNOS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                    A primeira coisa que fizemos, foi criar uma tabela no quadro, classificando esses grupos e quantos alunos pertenciam a cada grupo étinico. Depois dividi a turma por etnias e cada grupo construiu parte da tabela em papel pardo, deixando espaço para mais cinco colunas: Características físicas, pratos típicos, vestuário e festas. Em segundo lugar, retomamos ao primeiro Painel e acrescentamos dados à árvore e ao resumo de cada um.

 

3ª TABELA – GRUPO DOS __________________

 

INTEGRANTES

 

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS

 

CLIMA DO LUGAR

 

HÁBITOS

 

ALIMENTARES

 

VESTUÁRIO

 

FOLCLORE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                    A partir do que foi registrado e discutido para completar as tabelas dos grupos (3ª tabela), solicitei uma pesquisa em que os alunos descobrissem quais as características físicas predominantes de cada grupo étnico; hábitos alimentares ou pratos típicos; clima do lugar de origem e vestuário utilizado; folclore do lugar ou festas tradicionais.

 

Terceira Atividade – Resultados da Pesquisa e Apontamentos (14/05)

                    Cada grupo retomou a sua tabela e acrescentou suas descobertas sobre o grupo étnico que pertence (rolou até receitas, que dependurei na borda do quadro para quem estivesse interessado em copiar).

 

                    Após a confecção dos Painéis,  fizemos outro debate para discutir como esses diferentes povos podiam compor o povo brasileiro, como e porquê vieram para cá. Foi uma discussão bastante tensa, onde apareceram os problemas sócio-econômicos de maneira muito acentuada. Não foi possível fazer apontamentos no momento em que se desenvolveu a discussão.

 

                    Na aula seguinte (16/05), solicitei à Biblioteca da Escola material de pesquisa sobre imigração no Rio Grande do Sul e o distribuí por grupos, para que pesquisassem em quais condições cada povo se estabeleceu, seu desenvolvimento e condição social no Estado, em particular na Cidade de Porto Alegre, e para que comparassem com as informações trazidas de casa.

 

                    Voltamos à discussão, organizada por grupos. As conclusões foram que muitos povos foram obrigados a compor o povo brasileiro.

 

 Conclusões:

·  Os Povos indígenas já viviam aqui, mas, foram escravizados pelos brancos e quando viram que eles não queriam trabalhar nem mudar a maneira de viver os afastaram;

 

·  Os Africanos foram caçados, raptados em vários países da África e trazidos pra cá contra a vontade deles para trabalharem como escravos;

 

·  Os Portugueses saíram do seu país pra tentarem ganhar a vida no nosso país, porque aqui tinha mais oportunidades já que foi colonizado pelos portugueses;

 

·  Os Espanhóis, alguns vieram pelo mesmo motivo que os portugueses e outros fugindo da sua terra porque estava em guerra;

 

·  Os Italianos vieram pra cá porque o governo ofereceu terras e trabalho para eles enriquecerem, outros vieram fugindo porque fizeram coisas erradas ou porque o governo estava perceguindo;

 

·  Os Alemães vieram pelo mesmo motivo que os Italianos e porque estavam fugindo da guerra;

 

·  Os Árabes vieram pra cá pelo mesmo motivo dos Portugueses, para tentar enriquecer, para fugir das guerras e dos governos que eram muito duros.

 

                    Discutimos ainda as condições de vida dos descendentes desses povos, hoje, e o porquê de seu empobrecimento, coisa que todos constataram terem em comum, como morar na Vila Cruzeiro e serem muito pobres, serem descendentes de escravos ou de pessoas que vieram tentar a sorte, etc.  Chegaram à conclusão de quem é rico, fica cada vez mais rico e quem vem de fora, se não for muito esperto e tiver chance de estudar muito ou de arrumar um bom emprego, continua pobre, por causa do preconceito da pessoa ser de fora e já ser pobre.

 

                    Após a discussão, cada grupo criou um novo Painel que informava as condições que trouxeram cada povo para cá, para ser anexado aos anteriores.

 

QUADRO DEMONSTRATIVO DE IMIGRAÇÃO

 

GRUPO DOS _______________________

 

IMIGRAÇÃO (MOTIVOS E ÉPOCA)

 

 

 

 

 

CLASSE SOCIAL (EXPLICAÇÃO)

 

 

 

 

 

                    Na aula seguinte (19/05), retomamos as árvores, só que dessa vez, cada grupo fez uma única árvore para os seus indivíduos, em cada galho um aluno, no tronco a origem étnica e ao lado, construiu um quadro com a história da chegada desse povo, características, hábitos e costumes. Finalizamos no dia 20/05, com uma auto-avaliação do trabalho e a conclusão de que ele precisava ser exposto do lado de fora da sala.

 

 

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

 

                    O vídeo é uma forma moderna e dinâmica de contar uma história é envolvente e apresenta de forma concreta, através das imagens, idéias, desejos e ações. “O ver está, na maior parte das vezes, apoiando o falar, o narrar, o contar histórias.” (MORAN, 1995)

 

 

                    Sob essa perspectiva, o vídeo usado, como forma de sensibilização, numa situação em que o cantador canta a sua história familiar, age como catalisador para a narração das várias histórias familiares dos alunos, suas tradições, como ocupam os espaços e se relacionam com outros grupos.

                    Desde o surgimento dos seres humanos (inteligentes) sobre a Terra, as histórias de suas ações, de suas ocupações do espaço e de como suas tradições surgiram foram narradas, escritas ou projetadas para as futuras gerações, mostrando a trajetória de um indivíduo no grupo ou de grupos de indivíduos num espaço e num tempo.

 

                    O ser humano desde o início dos tempos sempre procurou viver em grupo, seja por motivos de sobrevivência ou na sua evolução, por vínculos familiares e de dependência; a socialização da criança, guarda similaridade com o modo de vida dos primeiros agrupamentos humanos em sua evolução; primeiro unia-se a pares instintivamente, logo em seguida juntando-se a bandos e agrupamentos com os mesmos objetivos, aos poucos sendo instituídas regras, reciprocidade grupal e autonomia individual no grupo.

 

                    A capacidade humana de individualizar-se só pode se dar através do pertencimento e contato com um grupo, pois suas necessidades biológicas e psicológicas só podem ser correspondidas e desenvolvidas dentro do convívio no grupo, pois são necessidades intrinsecamente sociais. As experiências que a criança passará para compor seu aprendizado e sua identidade  social, como indivíduo, só podem ser construídas se proporcionadas pela interação com os grupos sociais aos quais a criança pertencer desde seu nascimento.

 

                    Evidenciar a formação e significado dessas ligações na formação de grupos, comunidades e a própria caracterização da sociedade, dentro das construções da criança é extremamente importante na construção de sua identidade e na compreensão da realidade social em que está inserida.

 

                    Na terceira série, especialmente na turma em questão, a maioria das crianças encontra-se na fase da Heteronomia, período em que reconhece que existem regras variadas para diferentes situações e envolvimentos grupais, porém, não as compreende muito bem; por isso, a importância de trabalhar em grupos e a cada trabalho desenvolvido, a cada situação momentânea, especificar um contrato de conduta para a execução desse trabalho; dessa forma, a criança vai interiorizando um comportamento social aceitável em sociedade até que desenvolva a Autonomia, sem contudo tornar-se submissa.

 

                    Através do estudo da história de sua origem, das relações sociais, culturais, de trabalho e poder  envolvidas, evidencia-se a oportunidade da criança construir, vivenciando, vários conceitos sociais de extrema importância à construção de sua cidadania e a formação do senso crítico, que quebra com padrões instituídos de conservação dos preconceitos e injustiças sociais; ela consegue ultrapassar a barreira do que é e projetar-se no que pode vir a ser, socialmente, tornando-se um agente de transformações da própria sociedade em que participa e atua.

METODOLOGIA DE ANÁLISE DA ATIVIDADE

                    As conclusões foram apresentadas através das atividades  realizadas e confeccionadas em aula e em casa:

 

Apresentação das Atividades Realizadas:

·  Desenho da !ª Árvore da família;

·  Tabela nº 1 à Construção Coletiva, Grupos que os alunos da turma 32 pertencem;

·  1º Painel à Coletivo/individual, resumo com os dados familiares, grupos que pertence e a árvore da família;

·  Levantamento das perguntas para entrevista à Coletivo;

·  Entrevista com os familiares, individual, por escrito;

·  Tabela nº 2 à  1º Construção coletiva, Grupos étnicos que os alunos da turma 32 pertencem;

·  1ª Pesquisa à Individual, Hábitos, costumes, características e lugar de origem de cada povo;

·  2º Painel à Construção em grupo, Tabela nº 3;

·  2ª Pesquisa à Em grupo, Condições de estabelecimento no estado de cada povo;

·  3º Painel à Em grupo, Quadro demonstrativo das condições de estabelecimento de cada povo;

·  2ª Árvore à Em grupo, árvore do grupo étnico com resumo da/das histórias;

·  Debates.

 

                    Os painéis registram as descobertas sobre as histórias de vida de cada um e ao mesmo tempo de cada grupo dentro do grande grupo da turma 32; é um registro sobre as atividades humanas desenvolvidas por diferentes povos em diferentes circunstâncias; hábitos sociais (festas), alimentares e de vestuário próprios de cada tradição étnica. Os Painéis foram afixados do lado de fora da sala, para que os familiares dos alunos possam apreciar suas construções.

AVALIAÇÃO

                    A avaliação foi realizada ao longo do processo de desenvolvimento dos objetivos, diária e constante; através da observação do envolvimento; do apontamento das respostas geradas nas discussões e dos objetos e painéis gerados para apresentação dos resultados. 

                    Os objetivos foram plenamente alcançados, gerando desdobramentos e questionamentos de ordem econômica e social. Os alunos demonstraram senso crítico e consciência étnica ao tratarem assuntos como escravidão e a falta de oportunidades dentro de várias categorias sociais e descendências, apontando as desigualdades e os preconceitos que circulam indiscriminadamente em nossa sociedade, seja pela origem, local de residência ou classe social dos indivíduos.

 

TEXTOS CONSULTADOS

 

Qualificação Profissional Para o Magistério – Integração Social – Livro 7, do Ministério da Educação e Fundação Centro Brasileiro da TV Educativa, páginas 07 a 45 (Rio de Janeiro – 1987

 

 

O Vídeo na Sala de Aula – MORAN, José Manuel. Artigo publicado na revista Comunicação & Educação. São Paulo, ECA-Ed. Moderna, [2]: 27 a 35, jan./abr. de 1995 (com bibliografia atualizada).

http://www.eca.usp.br/prof/moran/vidsal.htm#tvideo

 

 

 

 

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